19 junho, 2011

PRISÃO DE PALAVRAS

No silencio da minha alma tranqüila, mesmo depois de ter acabado um amor e quase que no mesmo tempo ter começado outro, ainda há horas de extrema solidão, de ter em que apoiar mais sem pés para dar novos passos em alguma direção alguma indolor, se e que exista esse sonho perfeito. Enquanto isso estou a deriva no mar do seu coração avassalador tentando me deixar mais fortalecido na certeza do que houve não foi nada, apenas um deslize emocional e isso faz com que minhas, como estas palavras ganhem mais credibilidade para um mundo que só pensa em ter, em ter e cada vez mais ter, mais não se importa o que tem por traz daquela cortina de fumaça que se faz presente todas as vezes que se chora, e assim, lá vai mais um dia de loucuras maravilhosas e de medos a flor da pele mais sempre na certeza que essa prisão um dia será explodida, porque mais a frente estará o amor e agora de meu refém.


Joanderson Ribeiro –
joandersonribeiro@r7.com
18.06.2011

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