15 fevereiro, 2011

DOCE FEVEREIRO AO FRIO

Tanto tempo se passou depois que um primeiro olhar foi lançado e um tipo de medo veio-me deixando-me com um aspecto de devorador.
Depois de certas palavras, tudo se acabou, deixando para traz algum tipo de medo súbito que eu tinha em sua relação e o tempo ainda ajudou a decifrar o porquê te tanto medo rodeado de quere errado ou não aos outros olhos que para o meu fez toda diferença para te ter em meus braços em um dia frio de fevereiro.
Lá foro o sol raiava com um único objetivo, de me fazer calor, mais não alcançou seu objetivo facilmente deixado do lado de fora da porta que nos separava da realidade que faz algumas vezes sofrer por um amor que tento esconder a qualquer custo.
Entramos e foi como tudo se acabasse: o tempo, os sussurros que vinham da rua, o vento que batia as janelas, as arvores que balançavam e tudo deu lugar a dois corações em sintonia em uma perfeita sincronização.
Mais tudo se acabou quando lembrei que eu não parei o tempo para te amor por mais tempo, um pouco apenas ainda não era o necessário, e sim sempre mais de um momento que se eternizou dentro do meu coração facilmente abatido pelo seu sorriso, tão lindo como o sol que me esperava lá fora, em um dia que começou muito bem.
Vem vamos se amar mais
Vamos ter todo tempo se pararmos de pensar no amanhã e viver o agora
Vem vamos correr pelo bosque que ainda não conheço
Vamos percorrer seu coração e destruir seu medo e perder...
Vamos acordar cedo, para ver o sol aquecer nossos pés na sacada do quarto.
Vem vamos
Vamos decifrar os segredos dos nossos corações.
Enfim, vamos viver cada segundo, como se fosse os últimos.
Apaixonou-me e desapareceu.
Como nada tivesse ocorrido em um mundo mais real que meus sonhos indigestos, mais ainda há tempo, não quero acordar para o amanhã sem pelo menos um dia de saudades que ainda existem graças aos meus olhos e minhas certezas que tudo acabará bem, como estas poucas palavras.

Apaixonei-me mais se foi.

Apaixonei-me mais acordei.

Apaixonei-me e ainda vivo a sua espera todas as manhãs do mês de fevereiro.

E assim foi-se... Amor meu.


Joanderson Ribeiro
joandersonribeiro@r7.com
15.02.2011

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