19 dezembro, 2010

OCULTO

Acordado em meio a uma noite chuvosa, aquele ser completamente sem sono nem um e mais uma vitima, o amor, que não lhe faz mais feliz, e muito menos traz inveja a outros que o queriam a não ser pelo seu sorriso que julgam de lindos.
Ele, uma pessoa sensata, capaz de desfazer desentendimentos de outros, e incapaz de viver sem chorar por este sentimento melancólico que lhe faz de escravo todas as noites, antes e ou durante seus sonhos indefesos às vezes descontentes.
Ainda sim finge uma felicidade que não conhece, e desconhece o fato de não mais amar quem não merece.
Ama incondicionalmente quem lhe trocou por alguém que não lhe dar o devido valor, como ele mesmo. Em seu quarto ainda sentado na frente do telefone, não se arrepende do que se esta fazendo: esperando um toque do telefone, mais nada lhe faz esquecer de um não delinqüente que passou, porem o telefone não toca, e seu coração cansado de ficar ali na expectativa de todos dias, decidiu-se então viver, e fazer valer a pena esta vivo.
Quis então correr atrás de tudo que deixou passar, mais era tarde porque deduziu que o passado não se mudar, mais pode-se fazer novos caminhos hoje, para andarmos em um futuro prospero, mais o tal do sentimento fica, machucando e conturbando mais um coração que só precisa se ver livre, coisa que nunca acontece.
Através dos dias consecutivos a aquele não se respeitou e subitamente ligou, mais nada fez ou falou. Depois desse dia, tentou novamente obtendo sucesso, mais o que não queria escultor, ouviu, novamente um corte e agora mais fundo em seu coração que agora agonizava por um amor que acabou ou que nunca existiu apenas quis viver um sonho.
Hoje espera pacientemente uma reviravolta que parece nunca chegar. Se vive, se dorme, só não e feliz, mais e bem provável que ainda esteja na certeza que tudo voltarar como era antes, uma amor para se enganar ou ser trocado novamente por quem em sua opinião, nada vale.

Joanderson Ribeiro
18.DEZ.2010

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