26 dezembro, 2010

DESIFRA-ME

Tantas palavras ditas, mais nem uma aproveitada ao Maximo como o sentimento de rancor que invade meu coração.
Tantos sentimentos contrários a mim fazem questão de se fazer presente, mais ainda sim descritas aqui, para o mundo.
Algo desconhecido, talvez desproporcional a mim, mais ainda aqui está.
Nada me faz trazer para a realidade ou para estas palavras o que realmente acontece, algo indiscutível como a morte ou algo insubstituível como o tal.
Assim caminho contra realidade contada aqui e defragada por estas silabas com uma força impressionante.
Talvez isso tudo seja uma loucura gostosa, como um beijo inesperado de um louco certo ou um bofete da vida que assim como eu não para.
Tudo passou, e o nada ao acaso se faz presente, como estas letras ou como meu coração que nunca para ou ainda como meus pensamentos não falham me fazendo um refém do mundo que ainda não me pertence, mais descrevo com detalhes que impresiono-me.
Palavras seguras de um ser indecente.
Beija-me se for capaz.
3, 2 e 1, e nada aconteceu, nada sobrou, nem você, subconsciente julgador.

Joanderson Ribeiro
21. DEZ. 2010

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