19 novembro, 2010

TUDO E TÃO POUCO

Tudo pareceia difrerente;
O sol ainda não havia saído
As rosas fechadas revelava uma beleza desconhecida.
Meus pensamentos estavam cercados pelos seus.
Meus passos, com firmeza corriam atrás de você.
Seu sorriso tão insignificante, me enganava sempre.
Deixei passar tudo até mesmo suas palavras que supostamente me surpreendiam.


A cada segundo, tenho observado que o credito que te dei, foi colocado na lixeira da vida.
Talvez estas palavras não chegue até a você, assim como o amor que nunca tive gostava sim, de me enganar
Muitas das palavras que te falei, foram talvez induzidas pelo momento, que hoje não e nada.


Chove torrencialmente neste exato momento, e mais uma vez minha palavras foram surrupiadas pelas emoções avassaladoras.
Olhando pela janela da sala, nada encontro nem mesmo sonhos de um possível amor.
Já e tarde e não consigo deixar de pensar em ti, ser humano tão forte que nada vale.
Que amor e este, forte, capaz de resgatar das profundezas do coração algo tão imponente como a cor do céu ou dor da lagrima que rasga o meu peito, que até então era tão fortificado pela vida, que hoje mais uma vez nada vale.
Como era feliz e não sabia, desejaria continuar sem saber nada disso e viver mais um tempo no reino dos sonhos que nunca estiveram ali ou aqui comigo.
Depois de muitas palavras como esta, fui obrigado a estabelecer uma real vida com passos coerentes, agora sem amor e sem sonhos de um futuro imaginativo.
As palavras se acabaram, assim como tudo que houve em volta de um amor consideralvente inconsistente
Horrores de um amor indecente e indescritível ao meus olhos.



Joanderson Ribeiro
19.11.2010

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