03 junho, 2010

Sonho com meus sonhos.
Venho nestas poucas palavras que me restam dizer-lhes
que estou vivo, vivendo de acordo com meu qerer continuo
de não ter uma esperança sabia, porém meu corpo debrusado
no medo de não ter o que de fato tenho.
Talvez estas palavras não poderam ser lidas por ninguem que desprese
o seu bem estar, social ou familiar.
Creio eu que estas poucas linhas,
poderam ser meu refugio, em um mundo totalmente
insolado do sonho, poupudos e inprovaveis.
Tento assim socorrer meus pensamentos, com um pouco de auforia,
mais não tenho o sucesso obtido.
Critei, sonhei, acreditei, deitei e durmi,
olhando para o mundo a fora.
As estrelas dona dos sonhos? Não as vi inda.
Tento não sentir medo diante do predio de palavras,
nem pisar em letras que parecem passarelas ou muito
menos me deitar com perguntas, praticante infudaveis e infaliveis.
Muito me e dito, mais poucas são para acreditar.
Muitos serem humanos, mais poucos com um pouco em
seu coração de coragem.
Muitas são as perguntas, poucas são as tais das respostas.
Preciso talvez e de um pouco de sono, até quem sabe amanhã,
ou vou para o sonho de muitas pessoas, para um sempre tão aguardado.
Dentre estas palavras, prossigo, aguardando indigestamente o
agora, para tentar viver, e sobreviver em um mundo
totalmente independente.
Sigo-me, proseguindo o meu futuro...
Até um talvez, quem sabe na terra dos sonhos,
onde a insonia, persegue infinitamente o ser respeitado
pelas sua palavras, sabias.
Sonhei, escrevi e acabei lendo o meu passado para não passar para traz o sonho.
Joanderson Ribeiro
03.05.2010

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